terça-feira, 13 de março de 2012

pobre RICA Gestão Pública, tão burocrática


Com a atual greve dos rodoviários em Belo Horizonte, já era de esperar que o pato sobrasse para o trabalhador mineiro. Àquele mesmo que sai às 5 da manhã, da RMBH, para atravessar a cidade e conseguir chegar às 7h na casa de seu patrão. Sem falar sobre o agravamento do trânsito, que já é caótico nos dias “normais”.

O assunto delicado aqui não é a falta de planejamento urbano. Levar esse assunto em pauta já virou clichê. Tudo bem, que para colocar a cidade em ordem é necessário muita verba, e verba que nunca aparece, ou sobra(?).

Enfim, já que o planejamento urbano por envlver dinheiro tem sido uma questão burocrática, porque não levar os reflexos dessa greve para o lado da gestão? Neste caso, o dinheiro não é assim, tão relevante. Aqui, necessitam-se de cabeças que enxergam o ponto negro do problema, e trazem uma solução, ou, pelo menos, um refrigério para um atual problema, no caso, a greve.

Não se sabe quando esta greve irá chegar ao seu tão sonhado fim, ok. Mas, órgãos que estão ligados, seja indiretamente, à gestão de uma cidade, devem como meta mínima de seus encargos, tomar estratégias de urgências quando uma cidade inteira está em caos.

Durante uma greve de rodoviários, a autorização do tráfego de veículos pelos BRT, popularmente, corredores centrais, seria uma pequena mostra de que algo é feito pelo cidadão. A cidade inteira em colapso, e o que temos? Notificação às concessionárias por parte da BHTrans, ou, ainda o Setra-MG chiando por causa de pontos ilegais da greve. E mesmo sem precisar de dinheiro para uma gestão o mínimo decente, o que reina é o jogo burocrático. 

quinta-feira, 1 de março de 2012

Pecado Urbano


...para perdoar aqueles que SUJAM A CIDADE.

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Trágica experiência, inexistente



Uma vez, C.S. Lewis disse que a experiência é uma ilusão. Quem é C.S. Lewis? Agora não vem ao caso. Mas, uma coisa não podemos ignorar. Muitos têm um conceito quase que imutável de que um novo desafio é a garantia da posse de uma experiência. Quem garante que uma nova situação é sinônimo de crescimento intelectual, profissional, ou, pessoal?

Quando a experiência quer entrar, ela confronta seu caráter. Seu modo de pensar e de se posicionar perante as circunstâncias da vida. Você passa a ter dois caminhos, o da mudança e o da permanência. Não digo que a experiência é algo da qual devamos nos submeter. A experiência é para ser vivida, e aprendida. “Não se aprende sem ter vivido”, diz um ditado popular, praticamente um jargão. Mas, também não se aprende sem aceitar ser corrigido e modificado por aquela nova experiência. A capacidade de adquirir uma nova experiência não quer dizer que você tenha passado apenas por uma nova situação, ou, desafios, mas, tenha se deixado moldar por uma atmosfera que nunca tivera contato antes.

A partir do momento que você adquire a experiência, ela já na é mais uma experiência, pois, já é algo do seu ser. Assim, procuremos buscar sempre, novas ilusões, pois com essas temos a oportunidade de reconstruir, recomeçar, soltar e ajustar.  

quarta-feira, 6 de julho de 2011

A cidade de Belo Horizonte tem sido palco para manifestações artísticas com ráízes em diversos países. Sem querer fazer restrições, mas diversas das comunidades africanas (em destaque para os Arturos na resgião de Contagem) instaladas na capital mineira têm ditado cardápios de restaurantes, músicas e estrutura de teatros refletidos em eventos culturais de Belo Horizonte.


Essa matéria foi um trabalho de faculdade (para conferí-la na íntegra clique em http://issuu.com/lince_cpj/docs/jornal_lince_abril_2011) que fiz no último semestre com minha colega de classe Miriam Gonçalves. Gil Amancio é um músico que aprecia a cultura africana e que dedica a maior parte de seu tempo em estudá-la. Sem sua colaboração, essa matéria não faria sentido.

Comunidades africanas mantêm suas tradições
Em Belo Horizonte, descendentes da África preservam sua cultura e fazem da cidade palco de suas manifestações



Pela sua diversificada posteridade, o Brasil é considerado um país de população miscigenada. É campo onde desde sua fundação, comunidades de diversas etnias buscam reafirmar o valor de suas raízes. Dentre esses distintos grupos, podem-se destacar os afro-descendentes, hoje, inseridos cada vez mais nos grandes centros urbanos, ganham espaço numa sociedade que insiste em resistir à cultura que a originou.
Pode-se entender por comunidades africanas os diversos grupos que se manifestam com a simples intenção de reiterar seus costumes, dentro de sua arte, política, música, religião e educação. Dentre essas comunidades, estão os terreiros de candomblé, os grupos de capoeira, o Congado, as escolas de samba e os quilombos. “A comunidade é uma forma que os afro-descendentes têm para conhecer sua história”, diz o mineiro Gil Amancio.
Ele é pesquisador da cultura africana desde quando foi convidado a participar de projetos culturais da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte (PBH). A partir de então, Gil percebeu estreitos laços que o ligavam desde a infância aos costumes africanos — “As cores, roupas, os movimentos corporais e as tonalizações de vozes dos afros tinham extrema semelhança com danças que desde criança minha mãe me ensinava”, lembra.
Gil Amancio também é percussionista, ator, professor de som e imagem do curso de Música no Palácio das Artes e já ganhou os prêmios Tim 2008 de Música e Rival 2008 Petrobrás. Mas hoje, seu foco é na produção musical para apresentações que envolvem novas tecnologias ao narrar mitos africanos — “Quando se pensam na África, logo visualizam primitivos pintados e descalços”.
Belo Horizonte é uma das cidades brasileiras onde diversas comunidades africanas vivem e repassam tradições aos seus descendentes e moradores locais. Gil explica que os africanos são portadores de distinta filosofia e conhecimento daqueles transmitidos e ensinados pelos europeus e norte-americanos. “Por isso, a proximidade que temos dessas comunidades, serve para abrir o leque de soluções aos atuais problemas sociais, políticos e econômicos”, esclarece Amancio.
Na capital mineira há diversos lugares como restaurantes, centros de educação e festivais que abrem espaço para que a cultura africana possa se manifestar. Um exemplo é o Centro Cultural Casa África (CCCA), localizado no bairro Funcionários, próximo a região central de Belo Horizonte. Fundado pelo senegalês Ibrahyma Gaye, o CCCA tem como um de seus principais objetivos propagar maior interação entre os negros do Brasil e da África por meio de palestras, espetáculos, exposições e culinária oferecida no local.

Forte tradição

A cidade de Contagem, localizada na região metropolitana de Belo Horizonte é residência para outro grupo de afro-decendentes, os Arturos. Os integrantes dessa comunidade são descendentes de Arthur Camilo Silvério, filho de escravos e nascido após a Lei do Ventre Livre ter sido promulgada. Essa comunidade é reconhecida pelos fortes costumes que ainda preservam e pela extensa área em que vivem.
Muitos dos desses afro-descendentes ainda sobrevivem pelas próprias atividades agrárias. A comunidade dos Arturos é um dos maiores pontos para o turismo da cidade. Todos os anos os Arturos realizam suas tradicionais festividades como, por exemplo, os Congados, a festa de Nossa Senhora do Rosário e a Folia dos Reis. Os Arturos são a prova de que nem a distância e nem o tempo são obstáculos para desligá-los de sua cultura.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

A cada dia, as mulheres têm ocupado mais lugares nas empresas e conquistados posições de alta chefia. Na sociedade moderna, o preconceito contra a mulher parece ser tema inexistente. Mas se observarmos em nosso dia-a-dia, ainda existem muitas evidências que apontam o contrário. Por exemplo, na pesquisa realizada no último dia 2 de março pela Fundação Seade e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Diees), elas ainda continuam ganhando menos que os homens.

Maria Judith Souza, 34, é mãe solteira. Há sete anos ela trabalha como cobradora de transporte público em Belo Horizonte, Minas Gerais e se diz inconformada com o que sente na pele todos os dias. Leia abaixo a entrevista que ela me cocedeu em dezembro do ano passado:


Cobradora declara em entrevista que não é bem-aceita em seu trabalho



Sabrina Assumpção


S: Cobradora. De onde você tirou a ideia de exercer esse ofício?
M: Da minha família. Todos em minha casa trabalham com isso, inclusive as mulheres.

S: Você acha que o preconceito contra a mulher ainda existe?
M: Lógico. Sinto isso todos os dias!

S: Você poderia relacionar o preconceito com o trabalho que você exerce?
M: Sou trocadora. Se eu não trabalhasse aqui, provavelmente um homem estaria ocupando o meu lugar. Se não fosse por causa das mulheres, não haveria homem pra trabalhar, não é? Muita gente ainda não entende que mulher pode ocupar qualquer cargo. Eu até quero ser motorista!

S: Motorista? Não acha ser um grande desafio pra quem ainda sofre preconceitos pelo que já faz?
M: Acho que o preconceito sempre existirá. Se eu for parar por causa disso, não vou chegar onde quero.

S: Para terminar, o que você acha o pior disso tudo?
M: As leis. Elas não ajudam em nada a mulher que trabalha. No meu trabalho, eles evitam empregar mulher por causa do período de gravidez. O funcionário parado, não dá lucro pra ninguém, "num" é mesmo?

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Em um trabalho da faculdade, tive a oportunidade de ouvir Helena Barone. Ela é uma jornalista que ama inventar e reformar.


A Transição Profissional de Helena Barone


A jornalista que ama reinventar não mostra receios com relação a extremas mudanças em sua carreira profissional

Sabrina Assumpção

“Quando agente acha que sabe tudo, na verdade, não sabemos nada”. A frase anterior foi dita por Helena Barone. Jornalista há mais de 10 anos, ela se mostra uma mulher autêntica, e principalmente sem medo de mudanças. Procurando sempre se renovar, Helena já fez praticamente, quase de tudo na vida. Chegou a vender cachorro-quente, trabalhar em fábrica de laticínios e ganhou muito dinheiro digitando. Tudo, mesmo sabendo desde época de escola que sua maior vocação era para o mundo jornalístico.

Sempre com bom ânimo e a procura de sua independência, Helena mostra a ausência de medo ao falar como sempre se arriscou ao transitar para novas atividades – “Não se pode perder a oportunidade de sempre mostrar serviço”. Ela veio de uma família com oito irmãos, por isso, exerceu tantos ofícios. Helena, trabalhou por quase 12 anos como editora de jornalismo na TV Alterosa. Até com cargo tão confortável para muitos, ela procurou estar sempre se renovando – “Hoje em dia, dá para fazer de tudo, inventar mil coisas”.

Sua vida particular também esteve em constante mutação. Helena é casada e tem uma filha de quatro anos. Ela estava insatisfeita com o tumulto e correria em sua vida por causa de sua carreira jornalística. Com conselhos de seu marido, Helena conseguiu enxergar que mudanças haviam de ser feitas, pois, o desgasto em sua vida pessoal estava cada dia aumentando. Mais uma vez, Helena optou por mudanças em sua carreira como, por exemplo, a criação do programa Vrum na TV Alterosa, do qual passou a ter mais tempo livre nos finais de semana.

Após ter tomado uma de suas decisões mais difíceis na vida: deixar de trabalhar na TV Alterosa. Na época em que estava grávida Helena Barone se dedicou a estudar para um concurso público e assumir um trabalho que nunca havia feito antes na Assembleia Legislativa. Depois de ter passado no concurso, hoje, Helena não esconde a satisfação que tem ao ter optado por tantas mutações profissionais – “Voltei a sonhar, às vezes sonho em voltar atrás para reinventar algo novo num espaço novo”.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Você sabia que no Shopping Del Rey, em Belo Horizonte, tem uma capela? Pois é, fui com meu amigo Diogo Leão para conferir de perto e descobrimos que o shopping é o único da América Latina que tem uma capela em seu interior. Olha só!


Compras, lazer e fé

Um shopping center que uma capela

Diogo Leão e Sabrina Assumpção

Correria para alcançar novas promoções. Lojas e mais lojas. Espaços vazios prontos para receber novos enfeites. Este é o clima pré-natal. Um local também ideal para marcar encontros, rever amigos e paquerar. No Shopping Del Rey, também é possível encontrar cinema, serviços de lazer como jogos e até mesmo salão de beleza. Enfim, um lugar bem diversificado. Frequentado por diversas classes de pessoas que procuram os mais diversos serviços, na maioria, relacionados ao comércio e ao entretenimento.

Mas, no primeiro andar de um de seus incontáveis corredores que podemos encontrar a Capela São Judas Tadeu. No meio de tanta correria, dentro da capela cerca de 30 pessoas participam da missa celebrada pelo Pe. Valdemir Sérgio da Silva, capelão.

“Às vezes no corre-corre com a família e as diversas atividades, as pessoas não tem nem tempo para irem à igreja. Levando também em consideração que muitas vezes as igrejas estão fechadas. Sendo assim, a capela aqui”, explica o Pe. Valdemir. “O falecido dono do Shopping, Arthur Sendas, perguntou para a sua amiga, Maria Ângela Nicolleti, fundadora da Comunidade de Evangelização Nova Aliança, o que ela gostaria de fazer por parte dela no Shopping. A resposta foi uma capela”. Conta a coordenadora da capela Isa Maria Pereira.

“Visito a capela todos os dias em horário de almoço. É muito bom que tenha uma capela em meu local de trabalho. Muito bom, já que, shopping é um lugar que presume o consumo, porém ali também há pessoas que param para orar”, fala o vendedor André Silva. Diferentemente de outros visitantes, a zeladora Maria Tereza mora nas proximidades do shopping, e há nove anos frequenta a capela – “é fantástico! A pessoa vem para distrair e distrai com Jesus”.

Na opinião dos jovens Carlos Alberto, 21 anos e Isabelle Gonçalves, 19 anos, “O Shopping é lugar de descontração, não passa pela cabeça de uma pessoa que exista um lugar como esses por aqui”, se referindo a capela. “Pessoas saem de casa e vem para cá para se divertirem”, continuam. Já Marcelo Freitas, 34 anos, afirma – “não é interessante. Capela não é o tipo de serviço que combine com um shopping”.

No dia 28 de outubro, às 20h, será celebrada uma missa em comemoração pelos 19 anos do Shopping Del Rey, em homenagem ao padroeiro São Judas Tadeu. A celebração eucarística será presidida pelo Padre Júlio César, concelebrada com o Pe. Valdemir.

A capela está aberta de segunda à sexta, das 10 à 19 h e nos sábados até às 17 h. Nas sextas-feiras e nos dias 28 de cada mês tem missa às 18 h. Nas quintas-feiras tem exposição do Santíssimo Sacramento. Cada dia, 9 zeladoras se turnam na capela, tanto para zelar pelo lugar quanto para atender as pessoas que ali entram. Toda a organização está a cargo da Comunidade de Evangelização Nova Aliança e a manutenção a cargo da própria administração do Shopping.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

O marketing político pelas redes sociais

Desde que surgiram, as redes sociais têm causado grandes transformações no comportamento da sociedade moderna. Estudiosos tentam entender as diversas atitudes de uma população que expõe cada vez mais sua opinião sem nenhum receio ou restrição. Nesse âmbito, em época de eleições, políticos tentam usar ferramentas populares cibernéticas em seu favor, para promover um verdadeiro marketing político.

Navegando na internet, encontrei milhares de vídeos produzidos, e às vezes postados pelos próprios candidatos políticos conhecidos somente na rede. Os fatores para esse tipo de apelação aos sites de relacionamentos sociais devem-se a diversos fatores. A ausência de oportunidades nos horários eleitorais transmitidos pela televisão ou falta de recursos financeiros para uma grande produção – já que, a internet é uma área livre e muitas vezes, gratuita – podem ser um dos motivos que leve muitos candidatos restringirem suas campanhas às redes sociais.

Por outro lado, candidatos que têm seu horário eleitoral garantido na TV, posam de interessados e preocupados com a sociedade ao criarem um perfil no Twitter, por exemplo. A ferramenta possibilita a comunicação direta do candidato – ou, muitas das vezes um assessor – com seus eleitores. Essa verdadeira, ou não, proximidade, gera uma sensação de que o candidato se importa e está ciente das necessidades da população, atitude que pode reder muitos votos ao mesmo.

Por isso, tem sido comum a contratação de marqueteiros políticos e analistas de redes sociais que tenham experiência em usar as novas, ou antigas, mídias com o objetivo de se obter uma vitória eleitoral. Cursos para a especialização desses tipos de profissionais têm sido comuns desde a vitória do eleito presidente dos Estados Unidos Barack Obama, que desde sua campanha já possuía uma conta no Twitter.

Assim, nas campanhas eleitorais fica comum a formação da “imagem perfeita” sobre um determinado candidato. As redes sociais também possibilitam o alcance de distintos grupos sociais de acordo com cada ferramenta. Desse jeito, podem ser liberadas propagandas que alimente o que cada círculo social espere de um determinado candidato.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Conquista Ingrata

Com o sentimento de que poderia mudar o mundo, acordei no último domingo pensando se estava certa de minha decisão, ou, indecisão. A campanha eleitoral não tinha sido muito produtiva, pelo menos pra mim. Por quase três meses, mais ouvi candidatos se alfinetando, e jornais escarafunchando suas vidas privadas com designo de encontrar escândalos dignos de primeira página.

Votar em candidatos mal pretensiosos poderia resultar em um desastre maior ainda do que o já atual quadro político brasileiro. Mas, sem querer perder o direito de cidadã, antes de sair de casa, certifiquei-me de que estava com o número de todos os seis candidatos dos quais iria votar.

O calor escaldante, a dificuldade para estacionar o carro, a fila gigantesca de minha seção tudo estava me incomodando naquele momento. Mas, pensando nas lutas pelos direitos civis que meus antepassados sacrificaram suas próprias vidas para conquistar, tentei não ofendê-los ao máximo. Tentei segurar minhas reclamações pela situação desagradável em que me encontrava e por ter tido que abandonar minha cama mais cedo naquele domingo.

Após finalmente ter conseguido sair da cabine de votação, passei o resto do dia pensando a respeito do que poderia acontecer se determinados candidatos ganhassem aquela eleição. “Pelo pouco tempo que o Brasil teve pra analisar a situação do país e relacioná-la às propostas de cada candidato, talvez seja melhor haver um segundo turno”, pensei.

Horas mais tarde, minha reflexão se tornou realidade. Mais 30 dias para enfrentar novamente o calor (ou a chuva), trânsito, fila... Mas, quer saber? Talvez o problema esteja conosco, eleitores, que perdemos tempo demais reclamando. Quem sabe agora, uma segunda chance para refletir mais, pensar mais. Talvez, daqui a 30 dias eu acorde não apenas disposta a mudar o mundo, mas com a certeza dessa mudança não apenas pelo meu voto, mas de mim, como eleitora grata.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010


Trago a vocês mais uma pauta que produzi. Quem costuma a se deslocar diariamente de carro, depara-se todos os dias com os flanelinhas. Odiamos-os? Sim. Achamos que são folgados? Sim. Mas, alguém já parou pra pensar sobre a realidade deles? Muitos sustentam suas famílias com este ofício tão odiado pela maioria dos motoristas.



A Realidade dos Flanelinhas




Ao estacionar seu carro em via pública, seja no centro da cidade ou em qualquer outro lugar mais movimentado, lá estão eles para auxiliá-lo. Os tomadores de conta, ou popularmente flanelinhas, trabalham como autônomos. Oferecem atividades como lavagem e localização de vagas para carros a fim de ganhar um trocado por esse tipo de serviço. Eles ficam na rua cotidianamente, sob sois escaldantes, e correm risco de vida durante noites desérticas, tudo, com o objetivo de receber um trocado.
“Tem gente que não reconhece meu trabalho, mas daqui que tiro meu sustento”, diz Paulo Cézar, que há oito anos trabalha como flanelinha no mesmo local. Na pracinha onde fica, mostra o que sobrou do escritório improvisado que havia montado. Parte foi varrida pela prefeitura, e queimada por outros flanelinhas que tentaram se estabelecer em seu local de trabalho. Lá, ao mesmo tempo em que escreve poesias, Paulo toma conta dos carros estacionados e faz amizade com todos que passam pela região. “A polícia daqui me dá a maior força”, fala sobre o apoio que recebe.
Segundo Paulo, a profissão é bem arriscada. Quando vê pessoas suspeitas se aproximando dos carros, ele dá um jeito de conversar, para saber de suas intenções. Mas, dependendo da situação, às vezes, liga pra polícia. “Em 2004, colocaram um revólver na minha cabeça e levaram o carro”, conta Paulo sobre incidente em que quase perdeu a vida. Mas, feliz, conta que gosta do que faz — “o pessoal daqui me trata como uma família”.
A respeito do dinheiro que arrecada, Paulo conta que não pede nada, e que cabe ao dono do carro reconhecer seu serviço e avaliá-lo — “Tem uns flanelinhas que exigem, e não é por ai, a rua é pública e dá dinheiro quem quer. Já cheguei a receber R$ 100 em época de Natal”. A colocação de cones em vias públicas é outro item polêmico no trabalho dos flanelinhas. Paulo diz que só coloca cones na rua quando é para guardar vagas para deficientes. Além disso, ele ajuda as pessoas a carregarem compras como uma espécie de serviço auxiliar ao que já faz na rua.





Legalização da atividade


Em agosto deste ano, a Prefeitura de Belo Horizonte regulamentou a atividade de lavador e guardador de carro. O reconhecimento por lei federal e municipal dessas atividades ilegaliza a atividade de flanelinha em logradouro público, sujeitanto-o à fiscalização e à aplicação de sanções. A lei já existia, mas só neste ano o código de postura se tornou expresso.
A prefeitura tem acompanhado o cumprimento da lei. O guardador ou lavador de carro deve usar jaleco e crachá registrado no SINTRALAMAC (Sindicato dos Trabalhadores, Lavadores, Guardadores, Manobristas, e Operadores de Automóveis em Estacionamentos Particulares e Lava jatos do Estado de Minas Gerais). Para o melhor cumprimento da lei, a Polícia Militar também tem acompanhado na verificação da atividade.
Ao guardadores de carro é proibida delimitação de vagas com cones nas ruas. A população pode recorrer à denuncia caso isso venha ocorrer, e o trabalhador pode chegar a perder sua licença dependendo do caso.





Regulamentado

Lúcio Lourenço, 38, é registrado como guardador de carro há oito anos. Com um molho de chaves pendurado na calça, expõe a confiança que seus clientes têm. Quando preciso, aplica rotativos nos carros que ficam sob sua responsabilidade.
Há três anos, o irmão de Lúcio, Edson Castor, 30, após sofrer um acidente se cadastrou na atividade. É pai de duas filhas e não viu alternativa como trabalho. “Nem todo mundo dá dinheiro, mas sobrevivo disso aqui”, afirma Edson.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Trago à vocês uma matéria que fiz com minha parceira Nayara Carmo no Leuceminas. É uma casa de apoio, não-governamental que faz tratamento de pacientes com leucemia.


Leucemia e o Preconceito

Mesmo com o reconhecimento da cura e a não infecção por contato físico, a doença ainda gera preconceito na sociedade


“O preconceito ainda existe, só está disfarçado”, afirma Luciana Matozinhos, 36. Ela é filha de Antônio Matozinhos, fundador da Casa Leuceminas no bairro Caiçara em Belo Horizonte. Ele fundou a casa de apoio logo após descobrir que a filha era portadora de leucemia. Hoje, Luciana está curada, grávida, e é auxiliadora na casa que ajuda mais de 300 portadores da doença por ano.

Luciana detalha como o preconceito é vigente na sociedade “quando vou ao médico e digo que já fui leucêmica, eles já me olham de maneira estranha e parecem nem acreditar que estou curada”.

Ela conta como a falta de informação agrava o preconceito na sociedade. Muitas pessoas acham que a doença é transmissível apenas pelo contato físico. “Algumas pessoas chegam aqui e têm receio de beber um copo de água ou comer da mesma comida que os demais”, diz Luciana.

Ela também fala como o preconceito se faz mais presente nas classes média e alta. Algo estranho, já que são classes que têm maior acesso à educação e informação.

“A classe baixa parece mais preparada para enfrentar o problema, ela se comove e sente o que está acontecendo”, diz Luciana.

Ela acentua que esse quadro muda apenas quando surgem doentes nas famílias de classe alta, “só assim é que os ricos passam a se importar mais com os doentes, passando até mesmo a visitar a casa”.

O preconceito pela leucemia atinge todas as idades de diversas formas. Dentro de ônibus, restaurantes e escolas. Luciana conta como teve que enfrentar o preconceito durante sua adolescência “tive que estudar oito anos com professores particulares por não poder ir à escola”. Ela fala que para uma criança ou adolescente, a escola que deveria ser o apoio e a distração, acaba sendo seu tormento. “É mais fácil trocar a criança da escola do que mudar a cabeça de todos ao seu redor”, fala.

Uma das principais consequências do preconceito é o trauma psicológico. Além do tratamento contra a doença, muitas vezes é necessário tratamento psicológico com os pacientes que se sentem excluídos da sociedade.

Ana Luíza, 29, é paciente da Casa Leuceminas há cinco anos “Já tive que sair de dentro de um restaurante para comer no passeio por causa dos olhares das pessoas”, conta.

Por causa dos sintomas do tratamento, como o inchaço, a leucemia muitas vezes é confundida com outras doenças, agravando assim o preconceito.

De acordo com a Constituição, quem pratica preconceito pode sofrer sanções na esfera civil por danos morais e na esfera penal por calúnia, injúria e difamação. “É algo que pode e deve ser combatido”, diz a advogada Graciela Ribeiro.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

A partir de agora tudo poderá mudar

Começou nesta semana, o horário gratuito na TV para a Presidência da República. É a última oportunidade àqueles brasileiros que ainda não conhecem todos os candidatos, ficarem sabendo a respeito dos nove concorrentes e suas propostas.
Até então, apenas três candidatos estavam tendo maior popularidade. São eles: José Serra (PSDB), Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PV). Acredito que o foco mais voltado para esses três possa ter diversas razões. Algumas delas são pelo marca no histórico do papel político brasileiro (caso de Serra), pela convivência próxima com figuras políticas já importantes (como ocorre com Dilma), ou, pela insistência em abordar temas que estão na moda como meio ambiente (caso de Marina Silva).
O fato, é que com as propagandas eleitorais esse quadro forjado, ou não, poderá mudar. A televisão para a sociedade é um dos meios de comunicação que mais influencia na formação e adoção de ideias. Assim, qualquer gafe, gesto ou palavra duvidosa dos atuais “candidatos mais populares”, poderá mudar essa notoriedade.
É a última chance de conhecer os candidatos e suas propostas. Na última terça-feira, em sua festa de aniversário, o candidato do PMDB ao governo de Minas, Hélio Costa declarou “não é na televisão que se faz campanha”. Parcialmente certo, já que, campanha se faz no dia a dia, com atitudes, não palavras. Mas antes de obtermos atitude e resultado é necessário escolhermos, e escolher bem.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Orgulho Nacional

Antes de tudo, quero deixar claro que já tinha planejado de fazer este post semanas antes que o Brasil fosse desclassificado na Copa de 2010.

Há duas semanas, estava no salão enquanto ouvia uma moça comentar que “se o Brasil ganhasse no jogo de amanhã, pintaria as unhas de amarelo e verde em homenagem ao país”, no caso, de quando jogou contra o Chile. No dia posterior, horas antes do jogo começar, fui ao açougue e presenciei uma das cenas mais irritantes das últimas semanas. De minuto em minuto, o açougueiro que me atendia dizia em alta e clara voz “falta 1 hora e 57 minutos... falta 1 hora e 56 minutos...”.

Nesse período de copa, tive colegas me culpando por ser antinacionalista devido minha falta de entusiasmo suficiente para não ter assistido todos os jogos que o Brasil tenha participado no mês passado. Além, da ausência de grande euforia de minha parte, em momentos que o Brasil fazia gols. Em meio a todo esse embaraço pergunto: o brasileiro sabe o real significado de nacionalidade? Este conceito vai muito além do que possamos imaginar, é uma paixão inexistente, infelizmente, da vida do brasileiro.

Morrer em nome da pátria, ter orgulho de falar de qual país se provém ao estar em solo estrangeiro, ou, unir para uma luta contra causas que prejudicam o país poderiam ser citados como ótimos exemplos, pelo menos de início, para servirem de introdução para a palavra nacionalidade. E isso, não é o que eu e você, nascidos e residentes desta “Terra Dourada” temos oportunidade de presenciar no comportamento da sociedade brasileira em nossos dia-a-dia.

Enquanto, por 365 dias em 4 anos, ou seja, 1460 dias, o povo aclama e reclama para melhores condições em praticamente todas as áreas, desde coisas mais básicas como saneamento básico até mais sérias como melhorias na assistência da própria saúde. O país paralisa neste período, por 30 dias Copas Mundiais na breve ilusão de que vive de fato a nacionalidade.

Minha intenção aqui, não é expor em detalhes as calamidades do país. Mas, não posso ficar calada diante a drástica virada de comportamento que o brasileiro adota em épocas de Copas Mundiais. Uma união inexplicável e um sentimento de vitória garantida, que, se acordasse junto com cada cidadão todos os dias, seria a arma certa para as irregularidades presentes em nossa vida cotidiana.

Então, no que se baseia a nacionalidade do país? Ir para o trabalho, no dia em que o Brasil vai entrar campo, já pensando na hora de voltar pra casa? Interromper o ritmo de produção, conseqüentemente, o crescimento do país enquanto portas de bancos e lojas se fecham como deveria ocorrer no dia 7 de setembro para uma passeata nacional? Acho que nem no caso de uma suposta morte de presidente, o país chegaria a tal comportamento.

Talvez tenha sido melhor o Brasil ter sido desclassificado da copa africana, assim, saindo da alienação momentânea de 30 dias, para, mais precocemente, acordar e reformular o conceito do termo nacionalidade.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Relação Contra-Jugal

“As aulas de "co-parenting", como são conhecidos esses cursos, estão se proliferando em um país (EUA) onde mais de 40% dos casamentos terminam em divórcio.
Nessas aulas se aprende a tramitar a relação com seu ex-parceiro de modo a eliminar conflitos, reduzindo ao máximo a presença da parte emocional e se concentrando no que é melhor para os filhos.
Muitos vão a essas aulas por iniciativa própria, exaustos após anos de brigas e fazendo um último esforço para chegar a um acordo fora dos tribunais com seu ex. Outros, no entanto, frequentam por ordem judicial. “


Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u671421.shtml

O casamento, não é mais um ato obrigatório para aqueles casais que querem constituir um relacionamento “eterno” ou até mesmo uma família. A declaração judicial e cerimonial de uma relação vem cada vez sendo menos requerida entre casais. Não seria isso um desrespeito ao próprio ser humano? As pessoas não vêem mais sentido na oficialização, talvez por até ser “mais fácil de se desfazer depois”, ou seja, elas se “casam” ou vão morar juntas já pensando na separação.

Os caminhos para o divórcio vêm sendo cada vez mais curtos. Há casais que já estão separados há décadas, a até mesmo já morando com outros parceiros, e, assim mesmo sem terem legalizado o divórcio. E onde se encaixa o respeito mútuo nessa história? Curso para se divorciar, ou, segundo a reportagem “co-parenting”, que de acordo com seus idealizadores, seria uma opção menos dolorosa para o término de uma relação conjugal, e, até mesmo para os filhos. Seria mesmo? Talvez, o caminho mais prático, em que cada dia as pessoas estão mais egocêntricas e sem paciência devido à correria do dia a dia. Cada um com o seu trabalho e com os seus problemas.

E fico pensando onde está aquele casamento, a verdadeira família constituída por Deus. Seria este, um relacionamento que atualmente é mais idealizado do que colocado em prática, mas o qual todos os indivíduos da família passaram por conflitos mas suportaram os defeitos um do outro, e, constituem um relacionamento mais fortificado do que inicialmente. Nos relacionamento há também a existência de dores, em que um compartilha a situação com o outro.

Mas, as pessoas ainda persistem em buscar o “caminho mais prático”. A se todos procurassem obedecer pelo menos o primeiro mandamento! Amando a Deus seria também amar a sua criação, conseqüentemente ao próximo e, então o respeito não se faleceria. Mas, casamento tratado como “negócio familiar”, duvido.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Festa Infantil

Passando por organizadora temporária de aniversário infantil, pude tirar algumas conclusões mais que óbvias:

*A criança não gosta da festa, muito menos da sua presença, ela gosta é do presente que você supostamente irá levar.
*A festa é para os pais da criança aniversariante.
*O bolo = salada mista de salivas de todas as idades.
*Não existe cara mais triste, do que quando a criança começa abrir um pacote de presente e se depara com um monte de
bugingangas de lojinha de 1,99.
*No fim da festa a criança já esta dormindo ou irritadiça e chorando.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Santa Medíocridade

Depois de uma voltinha no BH Shopping, Belo Horizonte, zona sul, sai de lá inconformada. Fiquei impressionada ao reparar quantas pessoas vivem em seu "mundinho" de medíocridade, encubadas em seu próprio ego, vivendo em função de sua própria felicidade, se é que isto pode ser chamado de felicidade. Carrões de luxo desfilando pelas ruas, e senhoritas gastando 2, 3, 4 mil reais em uma peça de roupa enquanto famílias, por dificuldades financeiras sendo desmanchadas do outro lado da cidade. Pais pensando em suicídio por causa de dívidas, meninas se prostituíndo pra fornecer pra cada membro da família, um prato de comida no fim do dia. O desemprego está aí, e muitas vezes as opções de trabalho não são variadas. Mas este não é o foco principal desde texto.

Não vejo problema em você que ganha 50 milhões de reais por mês e que se quiser, queima seu dinheiro. Faça dele o que bem entender. O problema é : onde foi parar o amor ao próximo? Não falo, para você montar um instituto de caridade para mostrar seu bom coração como um Troféu "Alívio de Peso na Consciência". Mas o amor está muitas vezes em pequenos gestos. Um olhar, um cumprimento, parar pra ouvir pessoas que você nunca deu importância, passar a se preocupar com as pessoas ao seu redor ou até mesmo as que nunca viu.

Certo dia, estava conversando com um amigo, que já trabalhou como chofer de um milhonário. Ganhava 900 reias por mês para levar a esposa de seu patrão para fazer compras. As notas de conclusão de compras tinham um valor total de cerca de de 2 mil reais em cada passeio da esposa. O chofer chegou ao patrão pedindo algum aumento em seu salário que desse para fazer. O patrão recusou o pedido. Agora fico me perguntando o quão grande seria para a esposa, o sacrifício de deixar de comprar uma blusinha que fosse de 300 reais em um dia, para dar o aumento equivalente em um mês inteiro de trabalho do chofer. Um trabalhador honesto que pediu um aumento que nada seria pro milhonário patrão, mas que para o humilde trabalhador seria uma grande ajuda em sua casa para sustentar sua esposa e filho.

Depois todos pregam de um mundo melhor, muitas vezes colocando a culpa de tudo em políticos. O erro de não irmos pra frente começa por nós mesmos. Mesmo você, que acha que não tem nada pra dar ao seu próximo, ofereça o que você oferece a si mesmo.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Feliz Dia Dos Namorados no Século XXI

Mais um dia programado pelas grandes corporações capitalistas, para salvar o déficit de certos pontos da econômia decaída, ou enrriquecer mais ainda as empresas que estão nadando no dinheiro provindo de pessoas que trabalham ardualmente horas e horas em uma semana para manterem o sistema capitalista. Pessoas que fazem loucuras ao comprarem presentes caríssimos para presentearem o(a) parceiro(a), como, ao de se endividam por meses, por causa de um dia em que a publicidade aproveita para fazer propagandas, impulsionando aos casais a investirem seu dinheiro, sustentando essa maquinação do século XXI.

Mas por que o mês de junho? Este dia, tem sua data diversificada nos países. No Brasil, assim como janeiro é o mês de gastos com o turismo, fevereiro com matrículas escolares, abril é a páscoa e maio é o mês das noivas, não haveria nenhum motivo "especial" para o gasto monetário no mês de junho, este, que por algum motivo mais específico, foram escolher o dia 12 (quase que no meio do mês).

O motivo para presenteiar o(a) seu parceiro(a) não deve ser só por causa de um dia estipulado pela sociedade atual, do qual vários conhecidos vêm lhe perguntar o que você dará para o(a) seu(a) namorado(a). Surpresas vêm de algo inesperado, de um dia inesperado. Não de um dia programado para todos os casais irem a restaurantes ou trocarem presentes.

E não pense que este dia só afeta aos casais. É o dia em que muitos solteiros que não queriam estar nesta condição se fundam em algum nível de depressão, tristeza ou melancolia. Solteiros, que neste dia não tem um motivo "especial" para gastar dinheiro com alguém, ou alguém gastar dinheiro com ele(a). Então, já descobrimos a resposta para a seguinte pergunta: Por que não existe o Dia dos Solteiros?

quarta-feira, 18 de março de 2009

Reforma Incompleta

Desperdício de tempo e dinheiro é sinônimo para a nova reforma ortográfica da língua portuguesa, com a desculpa de unificação desta nos oito países em que o idioma é o principal. Talvez, esta reforma seje apenas uma justificativa para "mostrar" ao país que o governo, com o dinheiro público faz algo que nos retorne.

A reforma já está trazendo muitos transtornos para a sociedade brasileira, tanto aos que já dominam a língua quanto aos semianalfabetos, estes que já sendo deficientes em relação as antigas regras gramaticais, continuaram da mesma forma ou pior. Para uma pessoa que já não tinha o costume de usar o acento agudo nas palavras a probabilidade de usá-lo agora cai imensamente com a reforma, já que este não foi abominado para sempre da língua.

Não creio, que a exclusão do trema venha facilitar o sistema de ensino nas escolas, uma área que continuará deficiente.

O dinheiro que será gasto para a reedição de livros deveria ser investido em outras áreas mais necessitadas, como a própria educação copacitando as pessoas para saberem usar pelo menos a antiga forma da língua.

Quem paga o pato somos nós, que o MEC com o pretexto de corrigir milhares de livros dará destino ao dinheiro onde quiser inventar moda.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

"DESTINO é a linha que Deus já traçou para as nossas vidas, SORTE é quando a mão de Deus está sobre nós."
By Sabrina

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Grande Homem ou O Pior?

Apesar da destruição em massa da papulação com mais de 60 milhões de mortos entre eles judeus os quais Ele acusava de terem sido os assassinos de Jesus Cristo. Esse homem ergueu uma nação a qual estava totalmente dizimada...mostrou o verdadeiro significado para NACIONALISMO, com grande poder não diria de manipulação mas sim de fascínio fez milhões de pessoas seguirem seus conceitose ideais obedecendo ás ordens. Encorporou o Estado dando significado à palavra disciplina. Como todo homem é falho, teve sim, por suas escolhas ou outros motivos grandes consequências trágicas, mas que fará deste homem PRA SEMPRE estar na História como a pessoa mais odiada ou a mais geniosa.